GANHEI E TAL

Alex Perinazzo, amigo meu cujo pincél estou devendo até hoje (sem malícia), me informou que ganhei um concurso que nem lembrava de ter participado. Na verdade nem participei. Só deixei uma frase lá. Mas ganhei e que se dane, o Allan Sieber vai ter que me dar o livro. Confiram a resposta de um verdadeiro vencedor abaixo (destacada em amarelo):

 

Sinceramente fiquei um pouco chateado por ter ganho, pois agora não posso mais dizer por aí que "nunca ganhei nada nessas bostas de concurso".

Mas tudo bem, eu curto muito o Allan Sieber (sem malícia) e vai ser legal ganhar alguma cosia desse merequetrefe.



Escrito por Danilo às 17h09
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RAÇÃO DE GATO A PREÇO DE BANANA

Eu fui no mercado com minha mãe. No carrefour. A Ana Maria Braga é a garota propaganda dele. Nos banners da loja tem ela levando um carrinho cheio de coisas. Eu não entendi a propaganda. Se ela fosse garota propaganda da Daslu tudo bem. Faria sentido. Mas ela no Carrefour. Hum. Não entendi mesmo. Desculpe.

Mas a questão é que a ração de gatos 2,700 kg estava R$ 9,80 no cartaz e 18 e pouco na gôndola. Minha mãe, não sei como, notou isso. E começou então a  reclamar seus direitos: "Eu vou levar no caixa e vão ter que cobrar o valor do cartaz, não quero nem saber, e vou levar dois sacões logo de uma vez, pois  meus gatos adoram essa ração".

Uma dúvida apenas. Como ela sabe que os gatos adoram aquilo? Algum gato já chegou pra ela alguma vez e disse: "Sabe aquela ração do saco amarelo que parece  sucrilhos? Humm..eu adoro, compre sempre por favor".

Eu creio que não. Entao como ela chegou a conclusão que os seus gatos "adoram" aquela ração? Porque eles comem? Quer dizer, eu encho a vasilha deles
todo dia com a mesma coisa. Ou comem aquilo ou morrem de fome. Sobrevivência tem haver com "adorar"?

Além do mais outro dia eu comi um saco daqueles salgadinhos que fedem sabe. Mas dái a dizer que "adoro" aquele chulé em forma de feijãozinho é outra
historia.

Acabou o assunto que minha mãe passou caixa que acusou o preço mais caro (claro). Ela então disse que se recusava a pagar porque tinha direito. No cartaz estava mais barato e tal. Esse negócio de direito é legal. Por exemplo, se o caixa acusasse o preço mais barato ela não ia dizer que tem o direito de pagar mais caro.

Enfim, a caixa chamou a menina do patins. É isso aí. Menina do patins. Pra que gerente, encarregado e presidente? Pra que se temos a menina do patins?
Ela é que resolve tudo não é mesmo? Ela tem um capacete, uma bermuda de fazer educação fisica da quinta série e claro, o patins. Ela poderia vir andando. Correndo. Mas pra quê? Ela vem de patins. De quem foi a idéia de colocar patins na menina do patins? Porque aquilo?


- Precisamos de alguém que resolva os problemas nesse mercado. O que vamos dar pra essa pessoa impor respeito e resolver os problemas?
- Que tal patins senhor?
- Ótima idéia. A partir de hoje todos que resolvem as coisas no mercado usarão patins.

Como será a vaga de emprego da garota do patins? "Precisa-se de pessoa para resolver problemas. Exige-se segundo grau completo, conhecimento em informática e patins"

Enfim, a garota do patins foi lá, viu que realmente o preço do cartaz era diferente da gôndola e minha mae ficou com o preço menor

Meus gatos hoje comem a ração que adoram. E porquê? Porque minha mãe exigiu seus direitos? Não. Porque a garota do patins estava lá.



Escrito por Danilo às 01h50
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CARNAVAL EM FLORIANÓPOLIS

Aproveitei o feriado da festa que mais odeio pra viajar com o pessoal supimpa do Pombal.

Pombal é o apelido do condomínio da minha amiga Chateane. Chateane é o apelido que coloquei na irmã do Monicão. Monicão é o apelido que deram pro irmão da Chateane que mora no Pombal. Rola é o apelido que me deram quando eu fiz ETE. Mas isso não tem nada haver como assunto. Só citei porque estava falando de apelidos e lembrei disso.

Ano passado fui pra Ilha do Mel com esse mesmo pessoal. E foram dias divertidos. Só acho que deveriam mudar o nome do lugar pra "Ilha do Mel...conheiro".

Me lembro que fiz uma porção de anotações da viagem passada e não escrevi nenhuma delas no meu diário. Porquê? Porque sou um relaxado de uma figa. Mas um dia ainda posto sobre a Ilha do Mel. Hoje vou falar um pouco sobre viagem que fizemos para Florianópolis.


Cidade Maravilha

Cheguei na cidade e não vi um papel no chão. Nem um sequer. Admirado,pensei: "Nossa, que tipo de gente transita por aqui?" Bichas. Essa é a resposta.

Chegando na cidade, fui ao mercado com meu amigo Tiago (Monicão) e vimos a manchete no jornal local: "Turismo gay em Florianopolis cresce 35% nesse carnaval". Pensei: "Obrigado por me aviasarem só agora, hein!"

Segundo meus cálculos, se o turismo gay subiu 35%, antes deveria ser de 65%. Pois tinha mais viado que pernas lá.

Eu, Pedro e Tiago nadávamos na Lagoa da Conceição (deve ser uma homenagem ao Caubi Peixoto esse nome), quando se aproximou de nós uma figura. Tratava-se de um cara com sunga, boné e óculos de grau, montado em uma bóia de piscina dentro de uma lagoa. Há alguma possibilidade de um sujeito com essa descrição não ser gay?

Ele começou a puxar assuntos estranhos. Meu amigo Pedro que não estava uma coisa que se diga, "Minha nossa, que sóbrio esse menino" disse: "Vem cá pessoal, eu tenho cara de viado"?

Mas isso não foi suficiente pra afastar o pedestre. Pedestre não porque ele estava na água. Vamos chamá-lo de aquestre. Aquestre não. Nadestre. Nadestre não, boiestre, pois além de boiola estava numa bóia transitando.

O boiestre perguntou se éramos paulistas tradicionais. Estranhamos.

-Tradicionais? Como assim?
- Nao curtem novas experiências e tudo mais.
- Ah...deixa eu ver se entendi. Tradicional quer dizer que fico aqui na minha. Não tradicional que topo te dar a bunda. É uma pena, somos todos de família tradicionalíssimas.

Ele então continuou. Perguntou o que íamos fazer ao meio-dia e um. Achamos estranho de novo. Afinal, o que uma bicha da lagoa quer saber o que vamos fazer meio-dia e um? Foi quando lembramos. Horas antes, no camping, meu amigo Pedro disse chocarrices em formas de piadinhas infames do tipo "Danilo, vou comer você". E eu respondi "Vem meio-dia  e um então que eu dou". E o bicha era do camping. E ouviu aquilo. E levou a sério. Além de bicha era fuxiqueira. Ficou ouvindo conversa dos outros.

Quando ele viu que do mato não saia coelho, ou melhor, da lagoa não saia o monstro do lago Ness, cansou das piadinhas e deu o fora. Ou deu lá fora. Não sei. Não sou fuxiqueiro.

Mas também o que ele queria com um cara branquelo, um moreno e um negro? Uma transa napolitana?

Indo pra praia passei em frente uma casa de sinuca. Tinha uma aviso grande escrito na parede "Não sentem na mesa". Sinto muito, Mas numa cidade daquelas, eles deveriam se preocupar com outras coisas do tipo "Não sentem no taco".

Então me indicaram a "Praia do Mole". Mas só tinha viado lá. Descobri então porque se chamava "Praia do Mole". É simplesmente impossível ficar duro num lugar daqueles. Pelo menos pra mim.

Mas há uma vantagem em se estar em lugar de turismo gay. Por mais sol e calor que faça, o seu redor vai sempre estar fresco.

Uma das meninas da excursão disse: "Nossa. Todo cara lindo que vejo é gay. Por isso que quando vejo um cara lindo nem chego mais". Isso explica porque nenhuma menina chegou em mim. Elas deviam pensar que eu era gay. Tudo faz sentido agora.

O que importa é que voltei feliz pra casa. Eu posso bater no peito e dizer "sou homem". Ficar num lugar desses durante três dias e não sentir nem por um segundo vontade de dar, significa que você realmente é um sujeito muito "tradicional".

A viagem em si

Deixando de lado a viadagem, vamos falar da viagem.

E viagem não é o tempo que se fica num lugar. E sim o tempo que se fica viajando.

Foram 17 horas pra ir. Tudo bem, eu levei numa boa.
Foram 17 horas com minhas pernas esmagadas pelo banco da frente. Tudo bem eu levei numa boa.
Foram 17 horas numa sauna de maconha, fumando passivamente. Tudo bem, eu levei numa boa.
Foram 17 horas com o motorista dizendo que faltava meia hora pra chegar no local. Tudo bem, eu levei numa boa.
Mas uma coisa que eu não pude levar numa boa, foi quando o ônibus chegou no destino e alguém fez a piadinha inédita: "Pronto, já chegamos, vamos voltar agora."
Que tal matar todos que fazem essas piadinhas? Eu escuto isso desde a minha primeira excursão ao Playcenter. Foi só um desabafo pessoal.

Falando ainda do ônibus, ele demorou tanto pra chegar, que se demorasse um pouco mais e hoje alguém me perguntasse: "como foi o seu carnaval", eu responderia: "foi em um ônibus".

Uma dúvida sincera agora. Se alguma leitora puder me responder eu ficaria grato. A dúvida é: Como uma menina consegue mijar num banheiro todo vomitado de um ônibus sem suspensão em movimento na auto-estrada esburacada?  Só isso que queria saber. Obrigado.

Mas o que eu mais gosto mesmo nas viagens de ônibus são daquelas pessoas divertidas que ficam em pé "agitando" a viagem. O ônibus faz uma curvinha e "pimba". A pessoa cai. Eu adoro ver isso. Porque a pessoa cai e tenta se segurar no ar. Ai ela bate a perna na poltrona e derruba o copo em alguém. Ela olha pros lados e fica com um sorrisinho como se não estivesse sem graça: "Poxa, que sem graça eu fiquei agora, mas acho que o pessoal vai entender que eu sou um idiota não é mesmo?".

continua no post debaixo --->>



Escrito por Danilo às 14h30
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Chegamos lá

Chegamos lá, a missão agora era montar a barraca. Fique tranquilo que não fazer piadinhas do tipo: "Na verdade minha barraca já estava armada no ônibus".  Eu só faria piadinha assim se fosse aquele cara que diz "Já chegamos, vamos voltar agora".

Ajudei as meninas a montarem as barracas delas. Só uma reclamação. Elas me procuraram pra montar a barraca delas. Mas na hora de montar nelas procuraram outros caras.

As meninas no primeiro dia sairam pra tal "Balada" a fim de "ficar" com algum Catarina. Fui obrigado a informar: "Meninas de São Paulo, classe média , estatura média e beleza média. Vão na balada disputar sulistas playboys com loiras, altas e peitudas do sul. Legal. Eu tô pensando em disputar a próxima olimpíadas contra aqueles atletas americanos que treinam o ano todo. Apostem em mim".

O que uma menina classe média paulista faz quando vai pra Florinapolis tentar "ficar" com alguém? Eu respondo: Beijam um turista de São Mateus ou Mauá. Viajam 1000 km pra beijar um cara da Zona Leste.

Só uma observação. Já repararam como as pessoas atrapalham? Quanto mais pior. Em viagem isso fica claro. Tem duas pessoas. Elas conseguem ir pra tudo que é lugar. Teve duas meninas da excursão que ficaram sozinhas em Florianópolis e conheceram até as praias do nordeste. Já a gente que ficou em 20 ou 30 não saímos da frente do camping.

- Pessoal, vamos conhecer uma praia hoje.
- Vamos, mas só se for a pé.
- Ah não vamos de ônibus.
- Ah...melhor ir engatinhando
- Ok, vamos cada um de um jeito;
- Então espere que vou lá no banheiro demorar 3 horas pra passar batom.
- Ok.
- Espera que eu vou ali tomar um banho, uma cerveja e mijar e já saímos.
- E eu vou fumar maconha. 5 cigarros de maconha. Esperem. É rapido. Eu só vou plantar a erva e esperar crescer e já to indo. Mancada se forem sem mim.

Enfim, o dia anoitece e você não vai pra lugar nenhum.

Comerciantes vs. Danilo

Não sei ao certo por qual motivo, e nem sei como conseguiram isso, mas sei que descobriram que eu ia pra Florianópolis e espalharam minha foto em todos estabelecimentos comerciais dizendo "Atendam mal esse garoto".

Impressionante como fui mal atendido em exatamente todos lugares que fui comer.

No bar do camping o cara sempre não tinha alguma coisa que o cardápio dizia que tinha. E eu era o cliente premiado, porque eu sempre acertava pedir algo que não tinha.

- Quero salada de fruta.
- Ok. Mas não temos frutas, pode ser?
- Pode. Eu pago com algo que não é dinheiro. Pode ser?

Uma amiga da excursão foi comprar uma camiseta e a peça de roupa estava suja. Ela perguntou se não tinha outra e a lojista disse:"Se tu não levas tem quem levas"

Eu diria pra lojista se fosse ela: "E tu não levas pelo jeito. Por isso anda irritadinha."

Mas a minha colega acabou comprando a camiseta. Porém anotou o telefone pra reclamar depois. Eu imagino ela reclamando:
- Alô, eu queria fazer uma reclamação. Fui mal atendida aí na loja e não achei isso legal.
- Ah é? Se tu nao achou tem quem aches.

E foi por aí. Outro dia pedi um prato com frango, esperei 1h30 e recebi um prato com bife. Frio. No outro lugar pedi arroz a grega e me deram arroz panetone, pois tinha uva passa no arroz. Eu desconfiei que o problema era comigo. Fui tirar a prova. Na casa do pastel ninguém atendia. Eu sai, fui no banheiro e então vieram atender a mesa. E tem mais coisas do tipo só que estou sem saco de contar.

Tiago e a porta premiada

Meu amigo Tiago foi tomar banho. Existiam algumas portas no banheiro. Mas infelizmente ele escolheu a porta errada. Era como a "porta dos desesperados". Mas ao invés de encontrar um monstro ele encontrou um troço mesmo.

Que tipo de pessoa caga no ralo do chuveiro de um camping onde outras pessoas iriam usar o chuveiro depois?

É uma pergunta intrigante. Então começamos a formular teorias que respondesse tal mistério. E acho que a conclusão mais coerente é que na verdade ninguém cagou ali. Aquilo nao foi cagado mas foi algo que caiu apenas. Um gaúcho deixou cair. Simplesmente ele estava tomando banho e pinft. Caiu aquilo. Ele nem sentiu. E eu gosto dessa teoria porque explica porque gaúchos usam bombachas. Eles vivem deixando cair essas coisas sem sentir. Entao eles usam uma calça larga. E essas coisas vão caindo e se acumulando na barra da calça. Por isso a barra das bombachas são fofinhas daquele jeito.

Mas eu fico imaginando o que o meu amigo teria feito se não tivesse percebido o troço no box do banheiro e tivesse tomado banho normalmente. Já pensou? Ele ensaboa o rosto, deixa cair o sabonete. Ai de olho fechado pega outra coisa ao invés do sabonete e passa embaixo do suvaco e tudo mais.

Ahhh...ficou nojento o post. E cumprido também. Acho que esse ninguém vai ter saco de ler. E olha que nem falei da menina que queria me bater no ônibus e me jogar pra fora da janela, nem da batida de carro num poste, nem do viado que passou a mão no Pedro, nem do bicha do lado da minha barraca que roncava, nem no fio dental que o Pedro fez sumir e nem da Ilha do Mel onde fui ano passado.
 



Escrito por Danilo às 14h29
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